sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Prince




Prince Rogers Nelson (Minneapolis, 7 de junho de 1958) é um músico multi-instrumentista e dançarino norte-americano. A sua música mistura diversos generos musicais como funk, R&B, soul, new wave, jazz, rock, pop e hip hop. Foi considerado o 33º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.1

Prince tem a habilidade de juntar elementos de todos estes estilos musicais fazendo uso de sintetizadores e Bateria eletronica desde o início da sua carreira no fim dos anos 1970, tornando conhecido o som de Minneapolis, que influencia muitos artistas até hoje. Já vendeu mais de 100 milhões de álbuns em todo o mundo.

Prince tem a reputação de ser um workaholic, seja a trabalhar nas suas músicas ou a produzir outros artistas até o ponto de deixar muito material inédito na gaveta. Considerado um perfeccionista, Prince tem a imagem de uma pessoa difícil de se trabalhar e por ser altamente protector de sua música. Escreve, compõe e produz todas as suas músicas. Também toca todos os instrumentos nos seus álbuns. Muitos críticos elogiam seu trabalho pela sua versatilidade em compor, tocar, cantar e dançar, fazendo da sua performance em palco algo extraordinário.



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Bryan Ferry & Roxy Music

O músico inglês Bryan Ferry, nascido em 26 de setembro de 1945, alcançou fama ao se tornar vocalista do grupo Roxy Music, banda que formou com o baixista Graham Simpson em 1970. O grupo entrou para a história como a principal influência do movimento New Wave que assolou a Inglaterra e o resto do mundo nos anos 80, fornecendo um novo modelo para o início do movimento punk e grupos eletrônicos da época. O som do Roxy Music aliava o rock progressivo ao visual glitter. O grande espaço reservado aos sintetizadores, comandados por Brian Eno, deu o tom peculiar à música da banda. Bryan Ferry e Brian Eno tiveram bastante êxito em suas respectivas carreiras solo.

O jeito extremamente intrigante, sedutor, magnético e sofisticado caracterizam a performance musical de Bryan Ferry, com suas canções e baladas sensuais, ritmos provocantes e uma incrível voz suave e ao mesmo tempo marcante.

Bryan Ferry dissolveu o grupo Roxy Music em 1983 e começou a dedicar-se integralmente à sua carreira solo, lançando vários álbuns de sucesso, como Boys and Girls, Bête Noire e Taxi. O álbum de 1987, Bête Noire, trouxe canções que se tornaram hits conhecidos mundialmente, como Kiss & Tell, bastante dançante, The Right Stuff, uma balada bem sugestiva, com seus backing vocals femininos e sensuais, e Limbo. O álbum Boys & Girls, lançado em 1985, trazia a canção Slave To Love, tema do grande sucesso cinematográfico de 1986, 9 ½ Semanas de Amor, que levou ao estrelato os até então não muito conhecidos atores Mickey Rourke e Kim Basinger.

Em 2002, Ferry lança o álbum “Frantic”. “Frantic” não é o tipo de palavra que uma pessoa normalmente associaria à percepção popular de Bryan Ferry. Significa frenético, desvairado, fora de si. De fato, este álbum está imbuído de um vigor geralmente ocultado por Ferry: talvez esteja mais ligado às canções do obcecado pela textura, com diversos ganchos assassinos. O álbum é um conjunto de canções enérgicas, efervescentes e estilisticamente compostas pelo cantor, com um punhado de regravações emocionalmente carregadas. Impulsionado pela triunfante turnê que reuniu o Roxy Music em 2001, Ferry soa mais contundente do que nunca neste notável trabalho.

Em fevereiro de 2003, Ferry esteve em São Paulo e no Rio de Janeiro para a fase brasileira de sua turnê “Frantic”.

Em 2006, Ferry retornou aos estúdios para gravar um álbum em tributo à Bob Dylan, “Dylanesque”, que foi lançado agora no mês de março. A partir de maio de 2007, Ferry fará uma turnê por toda a Europa afim de promover este último trabalho.

Oportuna, a música de Bryan Ferry continua seduzindo e surpreendendo.









Muddy Waters


Ele é uma das maiores lendas do blues. Nascido McKinley Morganfield, no dia 4 de abril de 1915 na pequena Rolling Fork, no Mississippi, Muddy Waters - apelido recebido ainda menino - fez de tudo na vida até se tornar um dos maiores nomes do estilo. Desde sua primeira gravação em 1948, até sua morte no dia 30 de abril de 1983, aos 68 anos, Muddy tocou com várias gerações de músicos e ensinou a muitos a arte mais pura que aprendeu quando era um menino que pulava nas "águas barrentas" do velho Mississippi. Folk Singer marca um grande momento de sua vida, ao tocar com dois gigantes do blues: o baixista Willie Dixon e um guitarrista novo que ele mesmo trouxe e depois faria nome, sendo um dos grandes ídolos de Jimi Hendrix e Eric Clapton: Buddy Guy.

                                                                                                                                            

Na década de 60, a carreira de Muddy Waters atravessava um momento tão turvo quanto as águas do velho Mississippi. Há cinco anos sem um grande sucesso, Muddy era um nome mais lembrado do que tocado.

Em 1963 a América assistia o nascimento de uma cena folk, embalada por Peter, Paul & Mary, The Kingston Trio e até o novato Bob Dylan.

Assim, Leonard e Phil Chess, donos da lendária gravadora Chess, acharam que poderiam capitalizar algum com a nova tendência se colocassem seu velho bluesmen para gravarem blues acústicos.

Um dos primeiros a receber tal proposta foi Muddy Waters, que aceitou sem pensar, até porque gravações nesse estilo não era segredo algum para ele.

Era, igualmente, uma época boa para os velhos bluesmen que começavam a tocar novamente em universidades para garotos brancos e começavam a ganhar algum dinheiro após anos de penúrias.


Assim, Leonard e Phil pediram a Muddy que viajasse ao Mississippi para trazer alguns músicos para tocarem em uma gravação.

Muddy só riu e pediu para que agendassem a sessão para o dia seguinte.

Desa maneira, Muddy chega aos estúdios acompanhados de três músicos - o baterista Clifton James, o excepcional baixista e compositor Willie Dixon e um garoto quietinho, na outra guitarra: Buddy Guy.










quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Australian Crawl & James Reyne

A banda Australian Crawl, ou simplesmente OZ Crawl (como eles dizem na Austrália), foi sem dúvida alguma uma das maiores bandas australianas dos anos 80. Com uma certa dose de rebeldia e boas idéias, eles transformaram suas próprias experiências em música, atraindo desta forma uma respeitada legião de fãs.

Todos os integrantes da banda vieram de Mount Eliza, que fica na Península de Mornington, estado de Victoria. O Australian Crawl se formou no final de 1978, depois que James Reyne e Simon Binks acabaram com sua banda, a Spiff Rouch. Mais tarde o alegre e magricelo guitarrista Brad Robinson e também Bill McDonough (ex-Loose Trousers) se juntaram ao OZ Crawl, este último substituindo o baterista David Reyne.

A sonoridade da banda era realmente fantástica. A energia do Australian Crawl contagiou logo no princípio a EMI Records, que rapidamente colocou a banda em estúdio juntamente com o produtor David Briggs, famoso por seus trabalhos com Little River Band. As sessões em estúdio originaram no single “Beautiful People”/“Man Crazy” (22ª posição nas paradas em novembro de 1979). Logo apôs o single eles lançaram o primeiro álbum: “The Boys Light Up” (abril de 1980)



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O Australian Crawl também se apresentou no programa televisivo “Countdown”, programa pop apresentado pela rede ABC-TV. A apresentação da banda se tornou memorável. Eles tocaram “Beautiful People”, e James Reyne apareceu com seus dois braços completamente engessados. Ele havia sido atropelado por um carro, acidente em que acabou fraturando seus dois pulsos. Este fato acabou se transformando em música - “Indisposed” - faixa presente no álbum de estréia da banda.

Reyne também ficou conhecido pelo seu jeito idiossincrático, que fazia dele um sujeito excepcional, pois possuía um forma especial de ver e sentir as coisas ao seu redor, fatores estes que refletiram de forma direta nas letras da banda.

O primeiro álbum, “The Boys Light Up”, ficou com a 4ª posição nas paradas de sucesso e, se tornou em um dos álbuns mais importantes a serem lançados na Austrália na década de 80. O álbum ficou nas paradas por incríveis 104 semanas e vendeu mais de 280 mil cópias. “The Boys Light Up” recebeu 4 discos de platina.

Os singles “The Boys Light Up”/“Boot Hill” (22ª posição em maio de 1980) e “Downhearted”/“Why I've Been” (12ª em julho de mesmo ano), também se tornaram hits, assim que lançados.

Guy McDonough, vocalista/guitarrista e irmão caçula de Bill McDonough, entrou para a banda em outubro de 1980. Com ele a banda gravou o segundo álbum, “Sirocco”, produzido por Peter Dawkins. (“Sirocco” é o nome do Iate que o ator australiano Errol Flynn deu a seu barco).



Quando o álbum foi lançado ele ficou com a 1ª posição nas paradas. Dele vieram os singles: “Things Don't Seem”/“Big Fish” (11ª posição em junho de 1981), “Errol’/“Easy On Your Own” (18ª em outubro) e “Oh No, Not You Again”/“Lakeside” (lançado em novembro). Com estes singles o Australian Crawl se manteve bem colocado nas paradas nacionais.

O próximo álbum foi “Sons of Beaches” (gravado no Havaí pelo produtor australiano Mike Chapman). “Sons of Beaches” foi um álbum mais afiado e mais rock n’ roll do que o anterior. Ficou também com a 1ª posição nas paradas australianas.

Já os singles “Shut Down”/“Creating Monsters” (junho de 1982), “Daughters of the Northern Coast”/“King Sap (and Princess Sag)” (agosto) e “Runaway Girls”/“Santa Claus is Back in Town” (novembro), não chegaram a fazer parte das paradas, apenas “Shut Down” (17ª posição) entrou para o Top 40.

A EMI Records (gravadora da banda) lançou o álbum “Sons of Beaches” também nos EUA.

Entre 1982 e 83, James Reyne partiu para outras atividades além do Australian Crawl. Primeiramente ele cantou com a banda The Party Boys. Depois participou da minissérie televisiva “Return to Eden”, com os atores Rebecca Gilling e Wendy Hughes. Reyne também deu uma de tenista, freqüentemente ele era visto jogando com o tenista profissional Greg Marsden. Um de seus últimos trabalhos além do Australian Crawl foi uma participação no filme sobre a vida da cantora norte-americana Tina Turner – “Tina”.



Já o integrante Bill McDonough, deixou o Australian Crawl em 1983. Em seu lugar entrou Buzz Bidstrup, ex-baterista da banda Angels. Com ele a banda gravou o EP “Semantics”, que ficou com a 1ª posição nas paradas graças a música “Reckless (Don’t Be So...)”. Outro baterista, John Watson (ex-Kevin Borich Express) entrou definitivamente no lugar de Bill McDonough.

O mini-álbum “ao vivo” - “Phalanx” (EMI, 1983) do Australian Crawl, foi lançado apenas para preencher um vácuo deixado pela banda entre gravações em estúdio e turnês. Com este mini-álbum a banda atingiu a 4ª posição nas paradas de sucesso.

A maior turnê da banda fora da Austrália aconteceu algum tempo depois, quando a banda inglesa Duran Duran os convidou para abrir seus shows na Inglaterra.

No início de 1984 o Australian Crawl assinou com o selo americano Geffen, onde de imediato lançaram a coletânea “Semantics”. A gravadora a partir daí forçou para que eles entrassem em turnê, mas Guy McDonough já debilitado, acabou sendo internado. McDonough morreu em junho daquele mesmo ano de pneumonia.

No passado Guy McDonough havia gravado algumas demos juntamente com seu irmão Bill, e mais alguns músicos: Sean Higgins (synthesisers), Nigel Spencer (bass, synth), Mick Hauser (sax) e Michael Bright (lead guitar). Quando Guy faleceu, Bill (seu irmão), juntou todo o material para lançar um álbum póstumo em homenagem a ele. A gravadora Wheatley Records lançou o álbum chamado “My Place”, em abril de 1985. Seguiram a este lançamento os singles “My Place”/“Things Don't Seem” e “What's in It for Me”/“Hook, Line and Sinker”, dedicados a Guy.

Passado esta fase ruim eles se juntaram novamente, agora com Mark Greig (guitar; ex-Runners) para alguns shows no final de 1984. Com Greig eles gravaram o álbum “Between a Rock and a Hard Place”, com ajuda do produtor inglês Adam Kidrom. Para produzir o álbum eles gastaram 400 mil dólares.




“Between a Rock and a Hard Place” foi um trabalho diversificado. Com vários estilos e sem aquela já conhecida sonoridade da banda, o álbum acabou sendo um desastre comercial. Quando lançado chegou a ficar com a 12ª posição no Top 40, mas 2 semanas depois despencou e caiu no esquecimento.
Para pagar as dívidas da produção do álbum, a banda teve que entrar em turnê durante quase todo o ano de 1985. “Between a Rock and a Hard Place” ainda deu origem aos singles: “Two Can Play”/“Two Can Play” (junho de 1985), “If This Is Love”/“You Told Me” (setembro), “Trouble Spot Rock”/“Newly Weds in the Morning” (novembro) e “Two Hearts”/“Across the Way” (janeiro de 1986).
Harry Brus (ex-Kevin Borich Express) entrou para a banda em maio de 1985, substituindo o baixista já de longa data Paul Williams. Mesmo com a sua entrada, o Australian Crawl acabou se separando nos primeiros meses de 1986.

O último show da banda aconteceu no dia 27 de janeiro de 1986, e resultou no álbum “The Final Wave”, que foi lançado somente em outubro pela Freestyle/RCA.

Em apenas 7 anos de carreira, o Australian Crawl vendeu mais de 1 milhão de álbuns na Austrália. Seus integrantes, a começar com James Reyne, que seguiu com uma brilhante carreira solo tendo gravado diversos álbuns, incluindo até um álbum “ao vivo” gravado no Rio de Janeiro.

Já Brad Robinson deixou a música de lado e foi para a televisão. Primeiramente ele trabalhou como apresentador de um programa chamado “Page One”, depois como apresentador e co-produtor de documentários. Em 1990 ele empresariou a banda de seus ex-companheiros de Australian Crawl: James e David Reyne. Também foi agente de um grupo de Esportes de Aventura.

Infelizmente Robinson morreu no dia 13 de outubro de 1996, perdendo uma batalha de 3 anos contra a linfoma. Ele faleceu apenas uma semana depois de o Australian Crawl ter sido incluído no “Hall of Fame” pela Australian Record Industry Association (ARIA).



Track list DVD

01 -  Beautiful People (1980)
02 - Looking For Cool (1979)
03 - The Boys Light Up   Live (1980)
04 - Downhearted (1980)
05 - Jesus Just Left Chicago (1979)
06 - Shut Down (1982)
07  - Errol (1981)
08 - Daughters Of The Northern Coast (1982)
09 - Things Don't Seem (1981)
10 - Oh No Not You Again (1981)
11 - Hoochie Gucci Fiorucci Mama (1980)
12 - Australian Crawl   Indisposed (1980)
13 -  Lakeside (1981)
14 - Louie Louie (Live 1983)
15 - Unpublished Critics (Live 1983)
16 - Land Of Hope And Glory (1985)
17 - Downhearted - Live Version (1980)
18 - Australian Crawl   Two Hearts (1986)
19 - Reckless (1983)
20 - James Reyne   Hammerhead (1987)
21 - James Reyne   Rip It Up (1987)
22 - James Reyne   Some People (1991)
23 - James Reyne   One  More River (1989)
24 - James Reyne   Slave (1991)
25 - James Reyne   Any Day Above Ground   Hey Hey (1991)
26 - James Reyne   Fall Of Rome
27 - James Reyne   Good Clean Fun




sábado, 10 de janeiro de 2015

Rock Show At VH1 Classic



ROCK SHOW "AT VH1 - CLASSICS VOL.01 E VOL.02" - Coletaneas de videos com o melhor do rock que rolava na VH1 Tv nos 80 e 90








Lou Reed


Lou Reed (Brooklyn, Nova Iorque, 2 de março de 1942 — Long Island, Nova Iorque, 27 de outubro de 20131 2 ) foi um cantor, guitarrista e compositor norte-americano. Foi considerado o 81º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.
Foi um dos vocais do The Velvet Underground, influenciando Iggy Pop, New York Dolls e David Bowie. Mais tarde toda a cena pós-punk inglesa. Admirador de Edgar Allan Poe e Raymond Chandler, além de James Joyce, a quem faz referências em Blue Mask. The Velvet Underground foi um fracasso comercial no final dos anos 60, mas o grupo influenciou diversos outras bandas nas décadas seguintes, passando a se tornar uma das bandas mais citados e influentes da época. Uma celebre frase de Brian Eno mostra a influencia musical da banda "... toda a gente que comprou uma dessas 30.000 cópias iniciou uma banda".
Após sua saída do grupo, Reed começou uma carreira solo em 1972. Ele teve um sucesso no ano seguinte com " Walk on the Wild Side ", mas depois não emplacou o sucesso comercial que parecia ter potencial..  Reed era conhecido por sua voz inexpressiva diferenciada, letras poéticas e de cunho social crítico a sociedade como pobreza, entorpecentes ( como cocaína e heroína) e desigualdade social.
Em maio de 2013 passou por um transplante de fígado. Voltou a ser internado em julho com um quadro de desidratação severa, vindo a morrer em 27 de outubro do mesmo ano.











sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Herb Alpert

Herbert "Herb" Alpert (Los Angeles, 31 de março de 1935) é um músico estadunidense, conhecido por compor o grupo Herb Alpert & Tijuana Brass. Foi fundador e executivo da indústria fonográfica, mais especificamente da A&M Records - uma empresa de gravação fonográfica, fundada com Jerry Moss.Durante a carreira, lançou cinco singles, vinte e oito álbuns na Billboard, oito Grammy Awards, quatorze álbuns de platina e quinze álbuns de ouro. Em 1996, Alpert vendeu 72 milhões de álbuns em todo o mundo.No Brasil, os arranjos que ele fez para as gravações de Chris Montez teriam influenciado Wilson Simonal e "A Turma da Pilantragem", os principais artistas do movimento musical brasileiro da década de 1960 que ficou conhecido como "Pilantragem".





terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Otis Rush






Otis Rush (nascido em 29 de abril de 1935) é um ex- azuis músico , cantor e guitarrista. Seu distintivo guitarra estilo apresenta um som que queima lentamente e notas dobradas longos. Com qualidades semelhantes às Magia Sam eBuddy Guy , seu som se tornou conhecido como West Side blues de Chicago e foi uma influência em muitos músicos, incluindo Michael Bloomfield e Eric Clapton .

Rush está com a mão esquerda e, ao contrário de muitos outros guitarristas canhotos, toca um instrumento com a mão esquerda amarrada de cabeça para baixo com a corda de baixo E na parte inferior. Ele jogou muitas vezes com o dedo mindinho da mão picareta enrolado sob o baixo E para o posicionamento. Acredita-se que esta contribui para o seu som característico. Ele tem uma ampla e poderosa voz de tenor.


http://en.wikipedia.org/wiki/Otis_Rush